O equilíbrio perfeito e natural da doçura e do bem-estar.

O Gbete balance é uma fórmula de vanguarda, estudada e desenvolvida cuidadosamente, rica em Plantas especificas e outras substancias essenciais, como a Canela, Mirtilo, Zinco, Crómio, Faseolamina e Ácido alfa-lipóico, que lhe confere toda a potencialida, consagrando o ser humano a desfrutar de toda a doçura que a vida lhe oferece, com total segurança.

O equilíbrio perfeito e natural da doçura e do bem-estar.

A Diabetes é um estado patológico caracterizado pela perturbação crónica do metabolismo dos açucares causada por deficiência de produção de insulina.
Os quatro principais sintomas da diabetes são: a poliúria (eliminação excessiva de urina), glicosúria (açúcar na urina), polidipsia (sede excessiva) e polifagia (necessidade imperiosa de comer, por mais que se coma).

Composição:
Gelatina; Gymnema sylvestre; Fel-da-terra (Centaurium erythrae); Canela (Cinnamomum zeylanicum); Estrelas-do-egipto (Coreopsis tinctoria); Pedra ume-caá (Myrcia sphaerocarpa); Faseolamina; Ácido alfa-lipóico; Mirtilo (Vaccinium myrtillus); Andrographis paniculata; Eucalipto (Eucalyptus globulus); Zinco (Sulfato de zinco); Cravinho (Syzygium aromaticum); Crómio (Cloreto de crómio).

Existem diferentes formas de Diabetes, no entanto, a mais comum é a Diabetes mellitus tipo I e II, com maior
frequência a do tipo II, relacionada com a resistência à ação da insulina e hábitos alimentares, tendo uma carga genética muito elevada.

• A Diabetes tipo I (Insulino-dependente ) é de tendência hereditária, e manifesta-se predominantemente no início do crescimento ou na adolescência. Contudo apenas uma percentagem muito reduzida de indivíduos herdam os genes
responsáveis por este tipo de diabetes.
• A Diabetes tipo II (não Insulino-dependente ) está ligada a um distúrbio do metabolismo dos hidratos de carbono que se manifesta pelo aumento da quantidade de glicose normalmente existente no sangue ( hiperglicemia ). Pode ser causada por uma afeção que atinja os ilhéus de Langerhans no pâncreas, determinando uma diminuição da secreção
de hormonas deste órgão ( insulina ).

Existe inicialmente um quadro de hiperinsulinismo com resistência periférica á acção da insulina, criando-se um ciclo vicioso em que se verififica obesidade e hiperglicemia. As causas da resistência á ação da insulina podem ser englobadas em 3 grandes grupos:

1. Produção de insulina anormal pelas célulasBeta
2. Antagonistas circulantes da insulina
3 Defeitos nas células alfa

Informação

Neste tipo de diabetes existe uma percentagem maior de pessoas com predisposição hereditária para contrair a doença, principalmente os obesos. Neste tipo de diabetes não dependente de insulina ou de início da vida adulta é uma forma frequentemente leve da diabetes mellitus de início gradativo em geral em indivíduos obesos com idade superior a 35 anos.
Os níveis absolutos de insulina plasmática são normais e elevados, mas relativamente baixos em relação aos níveis de glicose plasmática. Responde bem á regulação dietética e/ou agentes hipogliceminantes orais, mas podem desenvolver-se complicações diabéticas e alterações degenerativas.
A insulina atua na transformação da glicose produzida pela metabolização dos diversos hidratos de carbono em
glicogénio, que se armazena nas células hepáticas e musculares. Quando se produz uma deficiência de insulina,
perde-se a capacidade de transformar o açúcar em glicogénio.
As consequências são a diminuição das reservas de glicogénio, o aumento do nível de glicose no sangue e o
aparecimento de glicose eliminada pela urina.
Além disto, para a metabolização dos lípidos ( gorduras ) no organismo são necessárias reservas de glicogénio e
quando este falta os lípidos apenas se convertem em corpos cetónicos, cuja acumulação no sangue provoca por fiuma intoxicação (coma diabético ), que põe em perigo a vida e que só consegue resolver-se com a administração de insulina.
Embora exista glucose excessiva em circulação, o cérebro e os tecidos não conseguem utilizá-la. O organismo começa a decompor gorduras e proteínas numa tentativa de fornecer uma fonte alternativa de combustível, resultando em graves desequilíbrios bioquímicos. A informação apresentada é para uso exclusivo dos profissionais de saúde, não é publicidade.
Entretanto, os altos níveis de glucose provocam lesões em várias estruturas do organismo, aumentando o risco de
complicações, como ataque cardíaco, cegueira, insuficiência renal, acidente vascular cerebral e dolorosos problemas de nervos (neuropatia periférica).
Qual o diagnóstico a efetuar? Uma análise sanguínea que mede os níveis de glucose no sangue. O fato deste nível surgir elevado no resultado não indica necessariamente diabetes, mas obriga a exames mais aprofundados. De um
modo geral é feito um diagnóstico de diabetes a duas análises de sangue diferentes, feitas depois de um jejum de
8 horas, revelando níveis de 140 mg de glucose por decilitro de sangue (mg/dl ). Em caso de dúvida o
profifissional de saúde pode pedir uma análise comparativa, que implica medir a glucose em jejum e de novo depois de
a pessoa ter bebido água com açúcar ( curva da glicémia ).
Para o diabético, mais uma vez, se conclui que, finaturalmente, é a alimentação saudável e o exercício físico que deve ser
preconizada e posta em prática, conjuntamente com suplementos nutricionais que equilibrem os níveis de
glicémia e ofereçam um suporte ao pâncreas.
É neste campo, da educação nutricional, que o investimento deve ser reforçado, pois só a compreensão
dos conceitos nutricionais permitirá ao doente e á população em geral, a correção dos erros.