Estabilidade feminina
O símbolo de Vénus referido para o género feminino, está relacionado à deusa do amor e da beleza (mitologia romana), equivalente à Afrodite (mitologia grega)..
O JapaFEME KLINIK é uma formulação especificamente formulada de acordo com o conhecimento científico atual. Cada cápsula contém ingredientes sinérgicos em concentrações recomendadas para o apoio da função normal da mulher durante períodos conturbados. Esta formulação constituída por extratos estandardizados e nutrientes de alta qualidade garante um produto bem balanceado e eficiente.

Estabilidade feminina
O símbolo de Vénus referido para o género feminino, está relacionado à deusa do amor e da beleza (mitologia romana), equivalente à Afrodite (mitologia grega). É uma representação simbólica do espelho na mão da deusa Vénus ou um símbolo em forma de círculo com uma pequena cruz equilateral inferior.
A fisiologia da mulher tem sido bem estudada. Após 40 anos de regras numa mulher tornam-se irregulares e por fim desaparecem.
Essa ausência nas mulheres leva ao surgimento de sintomas variáveis e incómodos, tais como: suores, irritabilidade, alterações da pele, cabelo e unhas,, entre outros.
O JapaFEME KLINIK é uma formulação especificamente formulada de acordo com o conhecimento científico atua e que cada cápsula contém ingredientes sinérgicos (Isoflavonas de soja (não OGM); Inhame selvagem; Alcaçuz; Dong quai; Framboesa; Black-cohosh; Vitex agnus-castus; Gengibre; Ginkgo biloba) em concentrações recomendadas para o apoio da função normal da mulher e evitar incómodos presentes e futuros.
Esta formulação constituída por extratos estandardizados e nutrientes de alta qualidade garante um produto bem balanceado e eficiente.

Para todos os efeitos, a utilização destes nutrientes deve ser seguida pelo seu Profissional de saúde qualificado.

japaCardi Klinik

1Informação
O segredo do desenvolvimento sexual está localizado internamente, sendo o sexo das mulheres determinado por XX e dos homens por XY, em que na ausência do Y determina o desenvolvimento de uma mulher.

O JapaFEME KLINIK é uma formulação especificamente formulada de acordo com o conhecimento científico atua e que cada cápsula contém ingredientes sinérgicos (Isoflavonas de soja (não OGM); Inhame selvagem; Alcaçuz; Dong quai; Framboesa; Black-cohosh; Vitex agnus-castus; Gengibre; Ginkgo biloba) em concentrações recomendadas para o apoio da função normal da mulher e evitar incómodos presentes e futuros.
Esta formulação constituída por extratos estandardizados e nutrientes de alta qualidade garante um produto bem balanceado e eficiente.
Para todos os efeitos, a utilização destes nutrientes deve ser seguida pelo seu Profissional de saúde qualificado.
2Alegações a Saúde
3Toma Diária
Toma Diária Recomendada (TDR): 4 cápsulas.
Modo de tomar: 2 cápsulas ao pequeno-almoço e ao jantar com um copo de água.
Contra-indicações: não aconselhável a grávidas, lactantes, hipersensibilidade ou alergia a algum dos seus componentes, e quando estejam descritas interações de outro produto com qualquer um dos constituintes da formulação.
Precauções: não exceder a VRN.
*VRN – Valor de referência do Nutriente.
Apresentação: Frasco de 60 cápsulas (Peso líquido 16,68 grs)
4Bibliografia
Bibliografia: Seleções do reader’s digest, “O poder curativo das vitaminas e dos minerais”, The Reader´s digest limited, Editorial livros, Portugal, 2002; Mindell, Earl – Tudo sobre as vitaminas, Plátano edições técnicas, Portugal, 1995; Olszewer, Efrain – Tratado de medicina Ortomolecular e Bioquímica médica, Ícone editora, São Paulo, Brasil, 2002. Messina M, Hughes C. Efficacy of soyfoods and soybean isoflavone supplements for alleviating menopausal symptoms is positively related to initial hot flush frequency. J Med Food. (2003) 6:1–11. 10.1089/10966200376518469 Wakai K, Egami I, Kato K, Kawamura T, Tamakoshi A, Lin Y, et al. . Dietary intake and sources of isoflavones among Japanese. Nutr Cancer. (1999) 33:139–45. 10.1207/S15327914NC330204. Nurmi T, Mazur W, Heinonen S, Kokkonen J, Adlercreutz H. Isoflavone content of the soy based supplements. J Pharm Biomed Anal. (2002) 28:1–11. 10.1016/S0731-7085(01)00612-4. Setchell KD. Soy isoflavones–benefits and risks from nature's selective estrogen receptor modulators (SERMs). J Am Coll Nutr. (2001) 20:354S−362S; discussion 381S-383S. 10.1080/07315724.2001.10719168. Fitzpatrick M. Soy formulas and the effects of isoflavones on the thyroid. N Zeal Med J. (2000) 113:24–6. Doerge DR, Sheehan DM. Goitrogenic and estrogenic activity of soy isoflavones. Environ Health Perspect. (2002) 3(110 Suppl):349–53. 10.1289/ehp.02110s3349. Li X, Ma JZ, Shi YD. Research progress and prospects of dioscorea and diosgenin. Chem Ind For Prod. 2010;30(2):107–112. Nie LH, Lin SZ, Ning ZY. Research progress of diosgenin from Dioscorea plants. Chin J Biochem Pharm. 2004;25(5):318–320.. Sautour M, Mitaine-Offer AC, Lacaille-Dubois MA. The Dioscorea genus, a review of bioactive steroid saponins. J Nat Med. 2007;61(2):91–101. doi: 10.1007/s11418-006-0126-3. Wang D, Wang W, Zhou Y, et al. Studies on the regulatory effect of Peony-Glycyrrhiza Decoction on prolactin hyperactivity and underlying mechanism in hyperprolactinemia rat model. Neurosci Lett2015;606:60–5. 10.1016/j.neulet.2015.08.024 24. Man SC, Li XB, Wang HH, et al. Peony-glycyrrhiza decoction for antipsychotic-related hyperprolactinemia in women with schizophrenia: a randomized controlled trial. J Clin Psychopharmacol2016;36:572–9. 10.1097/JCP.000000000000060. Wei W.L., Zeng R., Gu C.M., Qu Y., Huang L.F. Angelica sinensis in China-a review of botanical profile, ethnopharmacology, phytochemistry and chemical analysis. J. Ethnopharmacol. 2016;190:116–141. doi: 10.1016/j.jep.2016.05.023. Lu Q., Qiu T.Q., Yang H. Ligustilide inhibits vascular smooth muscle cells proliferation. Eur. J. Pharmacol. 2006;542:136–140. doi: 10.1016/j.ejphar.2006.04.023. Saw C.L.L., Wu Q., Su Z.Y., Wang H., Yang Y.H., Xu X.T., Huang Y., Khor T.O., Kong A.N.T. Effects of natural phytochemicals in Angelica sinensis (Danggui) on Nrf2-mediated gene expression of phase II drug metabolizing enzymes and anti-inflammation. Biopharm. Drug Dispos. 2013;34:303–311. doi: 10.1002/bdd.1846. Zhang L., Du J.R., Wang J., Yu D.K., Chen Y.S., He Y., Wang C.Y. Z-ligustilide extracted from radix Angelica sinensis decreased platelet aggregation induced by ADP ex vivo and arterio-venous shunt thrombosis in vivo in rats. Yakugaku Zasshi. 2009;129:855–859. doi: 10.1248/yakushi.129.855. Ho C.C., Kumaran A., Hwang L.S. Bio-assay guided isolation and identification of anti-Alzheimer active compounds from the root of Angelica sinensis. Food Chem. 2009;114:246–252. doi: 10.1016/j.foodchem.2008.09.046. Zhou G.S., Yang N.Y., Tang Y.P., Duan J.A., Jiang S., Yan H., Guo S., Song B.S., He Z.Q. Chemical constituents from the aerial parts of Angelica sinensis and their bioactivities. Chin. J. Nat. Med. 2012;10:295–298. doi: 10.3724/SP.J.1009.2012.00295. Jeong J.H., Jung H., Lee S.R., Lee H.J., Hwang K.T., Kim T.Y. Anti-oxidant, anti-proliferative and anti-inflammatory activities of the extracts from black raspberry fruits and wine. Food Chem. 2010;123:338–344. doi: 10.1016/j.foodchem.2010.04.040. krovankova S., Sumczynski D., Mlcek J., Jurikova T., Sochor J. Bioactive compounds and antioxidant activity in different types of berries. Int. J. Mol. Sci. 2015;16:24673–24706. doi: 10.3390/ijms161024673. Kostecka-Gugała A., Ledwożyw-Smoleń I., Augustynowicz J., Wyżgolik G., Kruczek M., Kaszycki P. Antioxidant properties of fruits of raspberry and blackberry grown in central Europe. Acta Hortic. 2016;1133:371–378. doi: 10.1515/chem-2015-0143. Bobinaité R., Viškelis P., Venskutonis P.R. Variation of total phenolics, anthocyanins, ellagic acid and radical scavenging capacity in various raspberry (Rubus spp.) cultivars. Food Chem. 2012;132:1495–1501. doi: 10.1016/j.foodchem.2011.11.137. Četojević-Simin D.D., Velićanski A.S., Cvetković D.D., Markov S.L., Ćetković G.S., Šaponjac V.T.T., Vulić J.J., Ĉanadanović-Brunet J.M., Djilas S.M. Bioactivity of Meeker and Willamette raspberry (Rubus idaeus L.) pomace extracts. Food Chem. 2015;166:407–413. doi: 10.1016/j.foodchem.2014.06.063. McKenna DJ, Jones K, Humphrey S, Hughes K. Black cohosh: efficacy, safety, and use in clinical and preclinical applications. Altern Ther Health Med. 2001;7:93-100. ke E, Hanggi W, Henneicke-von Zepelin HH et al. Physiological investigation of a unique extract of black cohosh (Cimicifugae racemosae rhizoma): a 6-month clinical study demonstrates no systemic estrogenic effect. J Womens Health Gend Based Med. 2002;11:163-74.uhlen RL, Haubner J, Tracy JK et al. Black cohosh does not exert an estrogenic effect on the breast. Nutr Cancer. 2007;59:269-77.Daniele C, Thompson Coon J, Pittler MH, Ernst E. Vitex agnus castus: A systematic review of adverse events. Drug Saf. 2005;28:319-32. Noack M. [Our experience with Agnus castus oligoplex for increasing lactation]. Dtsch Med Wochenschr. 1943;69:204-6. Merz PG, Gorkow C, Schrodter A et al. The effects of a special Agnus castus extract (BP1095E1) on prolactin secretion in healthy male subjects. Exp Clin Endocrinol Diabetes. 1996;104:447-53. Kilicdag EB, Tarim E, Bagis T et al. Fructus agni casti and bromocriptine for treatment of hyperprolactinemia and mastalgia. Int J Gynaecol Obstet. 2004;85:292-3. Abe N., Hirata A., Funato H., Nakai M., Iizuka M., Yagi Y., … Moriyama H. (2015). Swallowing function improvement effect of Ginger (Zingiber officinale). Food Science and Technology Research, 21(5), 705–714. Ali B. H., Blunden G., Tanira M. O., & Nemmar A. (2008). Some phytochemical, pharmacological and toxicological properties of ginger (Zingiber officinale Roscoe): A review of recent research. Food and Chemical Toxicology, 46(2), 409–420. Ansari M., Porouhan P., Mohammadianpanah M., Omidvari S., Mosalaei A., Ahmadloo N., … Hamedi S. H. (2016). Efficacy of ginger in control of chemotherapy induced nausea and vomiting in breast cancer patients receiving doxorubicin‐based chemotherapy. Asian Pacific Journal of Cancer Prevention, 17(8), 3877–388. Arslan M., & Ozdemir L. (2015). Oral intake of ginger for chemotherapy‐induced nausea and vomiting among women with breast cancer. Clinical Journal of Oncology Nursing, 19(5), E92–E97. Drugs and Lactation Database (LactMed) [Internet]. National Library of Medicine (US); Bethesda (MD): 2006. Ginkgo. White HL, Scates PW, Cooper BR. Extracts of Ginkgo biloba leaves inhibit monoamine oxidase. Life Sci. 1996;58(16):1315-21 Ribeiro ML, Moreira LM, Arçari DP, Dos Santos LF, Marques AC, Pedrazzoli J, Cerutti SM. Protective effects of chronic treatment with a standardized extract of Ginkgo biloba L. in the prefrontal cortex and dorsal hippocampus of middle-aged rats. Behav. Brain Res. 2016 Oct 15;313:144-150. Barkats M, Venault P, Christen Y, Cohen-Salmon C. Effect of long-term treatment with EGb 761 on age-dependen Tian J, Liu Y, Chen K. Ginkgo biloba Extract in Vascular Protection: Molecular Mechanisms and Clinical Applications. Curr Vasc Pharmacol. 2017;15(6):532-548. Auguet M, Delaflotte S, Hellegouarch A, Clostre F. [Pharmacological bases of the vascular impact of Ginkgo biloba extract]. Presse Med. 1986 Sep 25;15(31):1524-8.